
Dor no calcanhar ao pisar: o que pode ser e como tratar
14/10/2026Resumo: procure um especialista em dor em Recife quando a dor por semanas, volta com frequência ou não melhora com os remédios que você já usou ou mesmo fisioterapia. O especialista em dor investiga a causa mais profundamente, avalia o impacto no seu dia a dia e monta um plano de tratamento que vai além do analgésico, com reabilitação e, quando indicado, procedimentos.
Você acorda com a dor, passa o dia tentando ignorar e já perdeu a conta de quantas vezes tomou um remédio “só pra aguentar”. Já fez fisioterapia por um tempo, trocou de colchão, reduziu os treinos. A dor diminuiu um pouco, mas voltou. Se isso é você, o problema pode não ser falta de esforço, e sim de um diagnóstico que explique por que a dor persiste.
Neste artigo você vai entender:
- Quando a dor deixa de ser só um incômodo e passa a pedir avaliação especializada
- Quais são os tipos de dor — e por que isso muda completamente o tratamento
- Quem é o médico responsável pela Clínica Dr. Esporte e qual a formação dele
- O que esperar da consulta e como se preparar pra ela
Quando procurar um especialista em dor em Recife?
A dor aguda é um alerta que costuma passar com o tratamento da causa. Já a dor que dura mais de três meses é considerada dor crônica, e aí ela passa a merecer atenção por si só, porque pode se manter mesmo quando a lesão inicial já cicatrizou.
Vale procurar um especialista em dor em Recife quando:
- a dor dura mais de três meses
- ela volta sempre, mesmo depois de repouso ou tratamento
- os analgésicos e anti-inflamatórios já não resolvem
- a dor atrapalha o sono, o trabalho, os treinos ou as tarefas simples
- você já passou por mais de um profissional sem uma explicação clara
Dores de início súbito, muito intensas, com febre, perda de força, formigamento intenso ou depois de um trauma exigem avaliação médica imediata, sem esperar.
Se você reconheceu algum desses sinais, vale conhecer como funciona a consulta especializada em dor na Clínica Dr. Esporte antes de decidir o próximo passo.
Quais são os tipos de dor, afinal?
Até 2016, a dor costumava ser separada em apenas duas categorias: nociceptiva ou neuropática. O problema é que esse modelo deixava de fora condições inteiras, como a fibromialgia, que não se encaixavam em nenhuma das duas. Pesquisadores liderados por Eva Kosek propuseram então, na revista científica Pain, um terceiro mecanismo — e entender essa diferença ajuda a explicar por que a sua dor pode não responder do jeito que você esperava.
- Dor nociceptiva — originada por uma lesão real (ou risco de lesão) em pele, músculo, articulação ou órgão. É a mais “direta”: tende a diminuir conforme o tecido cicatriza. Uma entorse de tornozelo é um exemplo típico.
- Dor neuropática — causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso, como um nervo comprimido. Costuma vir acompanhada de queimação, choque ou formigamento, diferente da dor “mecânica” de uma lesão comum.
- Dor nociplástica — quando o sistema nervoso central amplifica ou sustenta a dor mesmo sem uma lesão de tecido ou de nervo que explique a intensidade. É o mecanismo por trás de boa parte das dores crônicas sem causa óbvia, como a fibromialgia e muitos casos de dor lombar persistente.
Essa mudança não ficou só na teoria: em 2019, a dor crônica entrou formalmente na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), dividida em sete subcategorias. Na prática, isso reconhece que, passado certo ponto, a dor deixa de ser só sintoma de outra coisa e passa a ser, ela mesma, uma condição que precisa de tratamento próprio.
E esse não é um problema raro: um levantamento da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), em parceria com a UFSC e a Faculdade de Medicina do ABC, entrevistou quase 920 pessoas em todas as regiões do país e estimou que 37% dos brasileiros — cerca de 60 milhões de pessoas — convivem com dor crônica. É por isso que um diagnóstico impreciso sobre o tipo de dor trava tanta gente num ciclo de tratamento que nunca evolui: tratar uma dor nociplástica como se fosse puramente nociceptiva (só com repouso e anti-inflamatório, por exemplo) raramente resolve.
Esse é o seu caso? Fale agora com a Clínica Dr. Esporte no WhatsApp e entenda qual mecanismo pode estar por trás da sua dor.
Quem é o especialista em dor?
No Brasil, a Medicina da Dor é uma área de atuação reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Isso significa que o médico chega a ela a partir de outra especialidade, como anestesiologia, neurologia, ortopedia, reumatologia ou fisiatria, e depois se aprofunda no estudo e no tratamento da dor. Por isso, o mais importante ao procurar um especialista em dor em Recife é saber quais são a formação e a experiência do médico com o tipo de dor que você tem.
Conheça o Dr. Rodrigo Sales
Na Clínica Dr. Esporte, quem assina essa frente é o Dr. Rodrigo Sales — médico do exercício, mestre em Medicina Esportiva e especializado em ortopedia regenerativa, reabilitação funcional e tratamento de dor crônica e lesões musculoesqueléticas. Ele está à frente da clínica desde 2017, ano em que a fundou ao lado do irmão, o fisioterapeuta Rafael Sales — juntos, já são quase nove anos tratando dor e lesão em Recife, com protocolos próprios validados cientificamente e aplicados de forma individualizada para cada paciente.
Rodrigo também responde pelas tecnologias não invasivas da clínica, como a Terapia por Ondas de Choque e o Laser Robótico de Alta Intensidade — equipamentos apontados como pioneiros no Nordeste e usados quando a avaliação indica que eles podem acelerar a recuperação sem passar por cirurgia.
O que um especialista em dor avalia?
A consulta vai além do exame físico. O médico procura entender:
- onde dói, desde quando e em que situações piora
- o que já foi feito e como o corpo respondeu
- como a dor afeta o sono, o humor e a rotina
- se existe relação com postura, movimento repetitivo, treino ou trabalho
- se há necessidade de exames de imagem
Com isso, é possível separar uma dor de origem muscular, articular, de tendão ou de nervo, e definir o caminho.
Como é o tratamento da dor crônica?
O tratamento muda conforme o tipo de dor identificado — nociceptiva, neuropática ou nociplástica — e raramente se resume a um remédio. Em geral, combina:
- Orientação e ajuste de hábitos, como carga de treino, postura e ergonomia
- Reabilitação, com fisioterapia e fortalecimento específico
- Medicamentos, quando necessários, no menor tempo e na menor dose possíveis
- Tecnologias e procedimentos, quando indicados após a avaliação. Na clínica, por exemplo, a terapia por ondas de choque e o laser robótico de alta intensidade são opções que podem entrar no plano, conforme o caso
Não existe um tratamento único para todo mundo, e os resultados variam de pessoa para pessoa. Se quiser entender melhor o tema, leia também médico especialista em dor crônica.
Dor que atrapalha o treino: o que fazer?
Quem pratica atividade física costuma ouvir “pare de treinar” como única orientação. Em muitos casos, o repouso total piora a situação, porque enfraquece a musculatura e deixa a articulação mais rígida. O especialista em dor ajuda a ajustar o treino: reduzir o que irrita, manter o que é seguro e voltar de forma gradual.
Como se preparar para a consulta
- Anote onde dói, desde quando e o que piora ou melhora.
- Leve exames de imagem anteriores, receitas e relatórios.
- Liste os tratamentos já tentados e como você respondeu.
- Pense nos movimentos ou situações que desencadeiam a dor.
- Se pratica esporte, leve informações sobre a frequência e o tipo de treino.
Dica do especialista
“Dor que se repete não deve ser tratada como normal. Quanto mais cedo a pessoa procura avaliação, mais opções existem. Cada paciente é diferente, e a explicação da causa vem antes de qualquer tratamento.” — Dr. Rodrigo Sales, Clínica Dr. Esporte.
Rodrigo Sales é médico ortopedista, especializado em ortopedia regenerativa, reabilitação funcional e tratamento de dor crônica e lesões musculoesqueléticas. É o médico responsável pela Clínica Dr. Esporte, à frente de procedimentos como Terapia por Ondas de Choque e Laser Robótico de Alta Intensidade.
Perguntas frequentes sobre especialista em dor em Recife
1. Qual a diferença entre um ortopedista e um especialista em dor?
O ortopedista trata o sistema musculoesquelético e pode ter formação em dor. O especialista em dor foca na investigação e no controle da dor persistente, de diferentes origens. Alguns médicos reúnem as duas formações.
2. Qual a diferença entre dor nociceptiva, neuropática e nociplástica?
A nociceptiva vem de uma lesão real em tecido (pele, músculo, articulação); a neuropática, de uma lesão ou disfunção do próprio nervo; e a nociplástica é quando o sistema nervoso central mantém a dor mesmo sem lesão aparente — como costuma acontecer na fibromialgia e em boa parte das dores crônicas. Identificar qual mecanismo predomina é o que define o tratamento certo.
3. Preciso de encaminhamento para consultar um especialista em dor em Recife?
Depende do plano de saúde. Em consultas particulares, em geral não é necessário. Confirme na hora do agendamento.
4. Dor há mais de três meses é sempre dor crônica?
É o critério usado para classificar a dor persistente, mas a avaliação médica define o quadro e a causa.
5. O tratamento da dor sempre exige procedimento?
Não. Muitos casos melhoram com orientação, reabilitação e ajuste de treino. Procedimentos são indicados após a avaliação.
6. Posso continuar treinando com dor?
Em muitos casos, é possível ajustar o treino, mas isso depende da causa. O especialista orienta o que manter e o que reduzir.
7. Quando devo procurar atendimento de urgência?
Dor muito intensa e súbita, com febre, perda de força, formigamento forte ou depois de queda ou trauma.
8. Quanto tempo dura o tratamento?
Varia conforme a causa, o tempo de dor e a resposta de cada pessoa. A previsão é definida na avaliação.
Este artigo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação médica individual — é necessária uma consulta com um profissional especializado para o diagnóstico e o tratamento adequados ao seu caso.
Está com uma dor que ninguém ainda conseguiu explicar direito?
A Clínica Dr. Esporte trata dor e lesão em Recife há quase nove anos, com diagnóstico guiado por avaliação real — não só por protocolo padrão. Fale agora com a Dr. Esporte no WhatsApp e agende sua avaliação
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